
Alguém alguma vez imaginou se o Jason Bourne ou o James Bond envelhecesse e tivesse uma família? Como seria? Acho que a resposta seria mais ou menos como no filme Busca Implacável (Taken) – sim, esse nome mais parece título de filme do Steven Seagal. Mais um exemplo daqueles que nos dão a oportunidade de ver um verdadeiro herói de ação distribuindo pancadas, explodindo carros e salvando o dia, igual aos heróis acima citados e aos filmes que passam no Domingo Maior à La Charles Bronson e o tio Chuck dos anos 80 e começo dos 90.
Produzido por Luc Besson, o cara que nos trouxe filmes como Transporter (Cargar Explosiva), e dirigido por Pierre Morel (quem?), esta película nos coloca na pelo do ex-agente aposentado da CIA Bryan (Liam Neesson), que está querendo se reaproximar da sua filha Kim (Maggie Grace), pois os seus anos servindo ao governo americano o fez perder tempos preciosos com sua família.
Tudo começa quando a filha de Bryan anuncia que vai fazer uma viagem pra Europa, mais especificamente França, junto da amiga piranha estereotipada Amanda (Katie Cassidy). Lá elas são seqüestradas e começamos a realmente ver quem é o cara por trás daquele até então tranqüilo ex-agente família, que vai ao resgate da sua filha - a outra garota já tem um futuro que lhe espera.
Interpretado por um ator acostumado com filmes mais cerebrais, Liam Neeson nos convence demais como “o cara”, sendo muito seguro no que fala (preste atenção no que ele fala no primeiro contato com os bandidos sobre “ter umas habilidades especiais”) e nas cenas em que desce o braço na galera. Usei o termo “convencer” porque ao longo dos anos ele tem sido mais mentor do que realmente quem põe a mão na massa, vide o mestre do Batman em Batman Begins, como jedi em Star Wars Episodio 1 e como a voz do leão Aslam em Nárnia. Sem contar que seu papel de maior destaque foi no A Lista de Schindler – quem diria agora como herói de ação?! Aliás, vendo um pouco da história do ator, li que Neeson enquanto jovem era pugilista, então não teve nenhuma dificuldade em fazer as cenas de ação. Enquanto isso os outros integrantes do elenco, apenas ele convence, pois a filha interpretada por Maggie Grace é meio “abestada” pra sua idade no filme (17 anos), soando artificial demais e a Famke Janssen (trilogia X-Men como Jean Grey) fazendo a mãe da menina que só deu as caras pra pagar umas contas atrasadas.
Agora vamos para o quesito roteiro: quando volto no passado e lembro-me dos filmes do Domingo Maior, consigo me lembrar apenas da ação, ou seja, a história está em segundo plano, pois o que importa mesmo são as habilidades do protagonista e a forma com que ele acaba com os malvados. Enfim, nesse filme não é diferente. Não espere nada demais, nem diálogos inspiradíssimos. Lembre que você está assistindo um filme genérico um pouco acima da média e que fez um grande e inesperado sucesso nos Estados Unidos, garantindo uma seqüência que deve sair daqui a um tempo. Agora, se eu vou assistir? Pode apostar que sim.
Nota: 7,0 – Porrada, explosões e um protagonista que já vale o filme!
Produzido por Luc Besson, o cara que nos trouxe filmes como Transporter (Cargar Explosiva), e dirigido por Pierre Morel (quem?), esta película nos coloca na pelo do ex-agente aposentado da CIA Bryan (Liam Neesson), que está querendo se reaproximar da sua filha Kim (Maggie Grace), pois os seus anos servindo ao governo americano o fez perder tempos preciosos com sua família.
Tudo começa quando a filha de Bryan anuncia que vai fazer uma viagem pra Europa, mais especificamente França, junto da amiga piranha estereotipada Amanda (Katie Cassidy). Lá elas são seqüestradas e começamos a realmente ver quem é o cara por trás daquele até então tranqüilo ex-agente família, que vai ao resgate da sua filha - a outra garota já tem um futuro que lhe espera.
Interpretado por um ator acostumado com filmes mais cerebrais, Liam Neeson nos convence demais como “o cara”, sendo muito seguro no que fala (preste atenção no que ele fala no primeiro contato com os bandidos sobre “ter umas habilidades especiais”) e nas cenas em que desce o braço na galera. Usei o termo “convencer” porque ao longo dos anos ele tem sido mais mentor do que realmente quem põe a mão na massa, vide o mestre do Batman em Batman Begins, como jedi em Star Wars Episodio 1 e como a voz do leão Aslam em Nárnia. Sem contar que seu papel de maior destaque foi no A Lista de Schindler – quem diria agora como herói de ação?! Aliás, vendo um pouco da história do ator, li que Neeson enquanto jovem era pugilista, então não teve nenhuma dificuldade em fazer as cenas de ação. Enquanto isso os outros integrantes do elenco, apenas ele convence, pois a filha interpretada por Maggie Grace é meio “abestada” pra sua idade no filme (17 anos), soando artificial demais e a Famke Janssen (trilogia X-Men como Jean Grey) fazendo a mãe da menina que só deu as caras pra pagar umas contas atrasadas.
Agora vamos para o quesito roteiro: quando volto no passado e lembro-me dos filmes do Domingo Maior, consigo me lembrar apenas da ação, ou seja, a história está em segundo plano, pois o que importa mesmo são as habilidades do protagonista e a forma com que ele acaba com os malvados. Enfim, nesse filme não é diferente. Não espere nada demais, nem diálogos inspiradíssimos. Lembre que você está assistindo um filme genérico um pouco acima da média e que fez um grande e inesperado sucesso nos Estados Unidos, garantindo uma seqüência que deve sair daqui a um tempo. Agora, se eu vou assistir? Pode apostar que sim.
Nota: 7,0 – Porrada, explosões e um protagonista que já vale o filme!
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